Disperse Cloud
Guia FinOps Para potenciais clientes Disperse Cloud Edição I

O FinOps que cobra sobre evidência

Um guia de 20 minutos para CFOs, CTOs e líderes de FinOps que estão avaliando o Disperse Cloud. Sem deck, sem letra miúda. O que fazemos, quanto isso devolve, como cobramos, e como começar amanhã.

Brasil Para o seu C-level 3 maio 2026 ~20 min de leitura
Índice — 13 seções
  1. 01A pergunta que ninguém responde
  2. 02Por que o seu programa atual trava
  3. 03As frases que o seu time já disse
  4. 04O que muda nas primeiras horas
  5. 05Quanto isso devolve
  6. 06Como cobramos, sem letra miúda
  7. 07Não é Cost Management mais bonito
  8. 08Quem precisa estar na sala
  9. 09As perguntas difíceis
  10. 10Como começar
  11. 11Princípios da nossa relação
  12. 12Resumo executivo
  13. 13Próximo passo

Este guia é para quem está avaliando o Disperse Cloud. Não é folder, não é deck. É a leitura de 20 minutos que responde o que a gente faz, quanto isso devolve para você, e como a relação comercial funciona sem letra miúda.

01

A pergunta que ninguém responde direito#

Pergunte hoje, ao seu time Quanto da minha fatura de nuvem deste mês é desperdício?

Pergunte para o seu time. Anote a resposta. Provavelmente ela vem em forma de adjetivo: "tem bastante", "achamos que algo entre 20% e 30%", "a gente sabe que tem disco parado". Isso é fé, não é número.

A FinOps Foundation publica todo ano que entre 20% e 35% do gasto cloud em empresas sem programa maduro é recuperável. Numa fatura de R$ 1 milhão por mês, isso é R$ 200 mil a R$ 350 mil escorrendo. Raramente o problema é falta de boa vontade. Falta o instrumento para apontar onde está a hemorragia, e falta a forma de provar para o board que ela parou.

O Disperse Cloud foi desenhado para responder essa pergunta com número, com plano, com botão de execução, e com prestação de contas que o seu auditor aceita.

02

Por que o seu programa atual trava#

Você provavelmente já tentou pelo menos uma destas três coisas:

  1. Comprou ou montou um dashboard. Ele mostra o gasto, bem organizado, talvez por subscription, recurso e tag. Bonito. Não age. Quem olha entende; quem precisaria agir não abre.
  2. Contratou consultoria. Veio um time bom, fez um trabalho de três meses, deixou um relatório com cinquenta recomendações. Vocês executaram dez. As outras quarenta envelheceram. Em seis meses, voltou tudo.
  3. Montou uma planilha no time da plataforma. Alguém centralizou tudo num arquivo enorme. Esse alguém virou gargalo. Ninguém confia no número porque ninguém audita o cálculo.

A falha comum dos três caminhos: separam quem vê do gasto de quem age sobre ele, e separam quem age de quem precisa atestar para o financeiro. Cada handoff é uma chance de o programa morrer.

A nossa premissa é diferente. Quem tem o problema na frente também tem o botão. Cada insight vem com uma ação possível, cada ação vira uma Change Request rastreável, e cada economia executada vai parar num ledger auditável que fecha contra a fatura real do mês seguinte. Sem handoff, sem fé, sem retrabalho.

03

As frases que o seu time já disse este mês#

Marque mentalmente as que você ouviu ou pensou nas últimas quatro semanas.

  • "Sabemos que tem desperdício, mas não sabemos onde nem quanto."
  • "Cada time chama o mesmo custo de um nome diferente. Não dá para comparar."
  • "A anomalia só apareceu quando a fatura já fechou."
  • "Compramos reserva no chute. Parte ficou ociosa."
  • "O forecast erra 25% para mais ou para menos. O CFO não consegue planejar."
  • "Não sei cobrar internamente cada produto pelo que ele consome."
  • "A governança de tag está no papel. Trinta por cento dos recursos não tem tag funcional."
  • "FinOps virou planilha eterna. Ninguém confia, ninguém usa."
  • "Já contratei consultoria. Funcionou três meses. Depois voltou tudo."
  • "O board me pergunta quanto o programa economizou. Hoje a resposta é fé."

Se você marcou três ou mais, este guia é para você. Cada uma dessas frases tem uma resposta direta no produto. As próximas seções mostram qual.

04

O que muda nas primeiras horas#

A jornada de um cliente novo não tem fase de "implementação" nem CSM dedicado dirigindo a pista. Tem cinco atos, e o primeiro acontece antes do almoço.

Ato 1Conectar — 15 minutos, sem projeto

Login. Assistente de Azure. Você autoriza via OAuth com permissão mínima (Reader + Cost Management Reader). A app registration é criada na sua conta, na sua tenancy, sob o seu controle. O motor descobre toda subscription, todo resource group, todo recurso, e ingere 13 meses de histórico de billing. Em 15 minutos a sua tela não está vazia. Está com o seu próprio dado.

Ato 2Descobrir — a IA propõe, você aprova

Na primeira ingestão, três passes de IA rodam contra o seu estado real:

  • Taxonomia de tags. Detectamos prod/PRD/Production e propomos uma taxonomia que normaliza isso. Você aceita ou ajusta.
  • Regras de alocação. "Parece que team é a sua chave principal de alocação com 87% de cobertura. Aqui estão cinco regras para os 13% órfãos."
  • Catálogo de produtos. "Detectei sete produtos no seu estado: checkout, catalog, recommendations, e assim por diante. Cada um com time provável."

Em outras ferramentas, isso é workshop de seis semanas. Aqui é uma tela de revisão.

Ato 3Decidir — Copilot e insights

Você pergunta em texto: "qual produto cresceu mais este mês e por quê?" O Copilot devolve gráfico, tabela e o filtro exato que produziu a resposta. Reproduzível até a linha de billing. As anomalias chegam com causa raiz já investigada por agente. As variações mensais vêm com narrativa pronta para o e-mail do CFO.

Ato 4Executar — um clique, com aprovação

Cada insight tem botão. Disco solto há 90 dias? Um clique gera Change Request, segue o seu fluxo de aprovação dupla, executa no Azure, e mede o impacto contra o billing. VM superdimensionada? Mesmo caminho. O agente nunca escreve direto na sua nuvem. Ele propõe, você aprova, ele executa, tudo rastreável.

Ato 5Provar — e cobrar com lastro

Toda economia executada vai para o Realized Savings Ledger: ID da Change Request, escopo, valor estimado, valor medido contra o billing real, status do mês. O Cost Impact Storyboard transforma esse ledger em uma página executiva pronta para o board, com cascata, curva acumulada e narrativa em texto. O Gainshare Audit Pack sela a baseline do seu programa, atesta cada mês com hash assinado pelas duas partes, e gera o documento que o seu financeiro aceita.

A economia para de ser narrativa e vira número auditado.

05

Quanto isso devolve#

Os números abaixo vêm de benchmarks de mercado e da operação real do produto. A gente não promete que você vai economizar X. A gente promete o mecanismo pelo qual essa economia, quando vier, vai estar provada.

15 min

Tempo até o primeiro dashboard com dado real, contra 4 a 8 semanas no caminho tradicional.

95%+

Cobertura de tag funcional após o enforcement no deploy. Tipicamente 60% a 70% antes.

8% MAPE

Erro alvo do forecast a 60 dias. Programas sem isso ficam entre 20% e 30%.

<1 min

Tempo para fechar o recap mensal de board, contra 1 a 3 dias úteis no caminho manual.

20–35%

Fração da fatura que costuma ser recuperável (FinOps Foundation, 2025). Mensurada todo mês no Ledger.

30–60 dias

Payback típico após assinatura. O ato 1 já entrega visibilidade; os atos 2 a 5 entregam economia.

A conta que o seu CFO vai fazer é simples. Mensalidade fixa = R$ X. Gainshare = Y% sobre economia auditada. Para a relação fechar economicamente, basta a economia atestada cobrir a mensalidade. Se não cobrir, alguma coisa errada na execução, e você cancela sem dever gainshare nenhum.

Você toma risco baixo, a gente toma risco real. Por isso o gainshare faz sentido.
06

Como cobramos, sem letra miúda#

Duas linhas, e só.

Mensalidade fixa do SaaS

Dimensionada pelo seu volume de gasto cloud sob gestão. Você paga pelo motor: onboarding instantâneo, IA, agentes, automação, governança, multi-cloud, copilot, forecast, Storyboard.

Gainshare sobre economia comprovada

Um percentual sobre o que ficou no Ledger com status posted e atestação assinada no fechamento do mês. Sem economia, sem gainshare. Com economia atestada, ambos os lados ganham.

Por que esse modelo é defensável

A maioria dos concorrentes oferece "estimativa de savings". Número solto, sem rastreabilidade até a fatura. A nossa economia é defensável por três motivos concretos:

  1. Baseline imutável assinada no início do programa, com hash SHA-256 e dupla assinatura cliente-operador.
  2. Atestação mensal com hash de conteúdo recomputável. Qualquer alteração posterior nos dados invalida a assinatura.
  3. Disclosure de metodologia versionada. A regra de cálculo do mês não muda retroativamente. Nunca.

Você paga gainshare contra evidência auditável. Se o seu auditor externo quiser conferir, ele confere. O Audit Pack foi desenhado para passar nesse teste.

Uma promessa, e uma recusa

A gente promete o mecanismo de medição. A gente recusa prometer percentual genérico de economia. Quem promete "30% garantidos" antes de olhar o seu ambiente está vendendo expectativa que não controla.
07

Por que não é um Cost Management mais bonito#

A pergunta mais honesta que recebemos é: "para que pagar se eu já tenho o Cost Management nativo de graça dentro do Azure?"

Resposta direta. O Cost Management mostra o gasto. Ele não decide o que fazer, não enforça tag no deploy, não roda agente, não atesta economia mês a mês, não fala sobre AWS e GCP num painel só, e não tem ledger auditável que sustenta gainshare.

Cost Management é o velocímetro. A gente é o motorista.

Sobre os concorrentes pagos, a tabela abaixo é a leitura honesta. Tem onde a gente bate, e tem onde a gente tem que cuidar.

CategoriaConcorrente típicoDisperse Cloud
OnboardingApptio, Flexera, CloudHealth: semanas a meses, com CSM dedicado15 minutos no wizard, sem implementação
IAChatbot bolted-on, separado dos dados reaisIA nativa em taxonomia, alocação, anomalia, copilot, narração
ExecuçãoLista de recomendação que o cliente executa no braçoCada insight tem botão, vira Change Request rastreável
Atestação de economiaEstimativa solta, sem rastreabilidade até a faturaLedger auditado com baseline assinada e atestação mensal
Tag enforcementDetecta tag faltante depois que o gasto aconteceuBloqueia tag faltante no deploy via Bicep / Terraform / ARM
Modelo comercialLicença anual fechada, sem skin in the gameMensalidade + gainshare sobre economia provada
Multi-cloudTrês governanças desalinhadasTaxonomia única que projeta para Azure, AWS e GCP

Onde a gente tem que cuidar: marca consolidada nos concorrentes mais antigos, profundidade específica em rightsizing (Densify) e em commitment de AWS (ProsperOps). Reconhecido. Para o programa de FinOps fim-a-fim, é o nosso terreno.

08

Quem precisa estar na sala (do seu lado)#

A relação só fecha bem se três pessoas concordam. Adiantamos quem são, e o que cada uma ganha de concreto.

PapelO que importa para essa pessoaO que ela ganha no produto
CFO / Diretor FinanceiroPrevisibilidade do gasto, ROI auditável, fechamento contábil sem retrabalhoCost Impact Storyboard, Realized Savings Ledger, Forecast com MAPE alvo de 8%
CTO / Head de CloudVelocidade do time, qualidade dos dados, controle sem virar freio de mãoAuto-Remediation, Tag SDK, agentes, Maturity Scorecard FinOps Foundation
FinOps LeadProvar valor do programa, escalar sem virar gargaloÉ o usuário diário. Tudo
Tech Leads e PMsQuanto o produto deles custa e por quêProduct Registry, Unit Economics, anotação de variações
Compliance / SegurançaLGPD, isolamento de dados, trilha de auditoriaAudit Trail, RBAC fino, MFA, isolamento multi-tenant em camada de query
ProcurementRenovação de contratos, true-up, entitlements ociososContract & Commitment Intelligence

Regra prática que oferecemos como cortesia: CFO assina, CTO aprova, FinOps Lead defende internamente. Sem esses três no jogo, o ciclo trava de qualquer lado, e a gente prefere reconhecer isso antes de você investir tempo numa avaliação que não vai fechar.

09

As perguntas difíceis#

As perguntas mais espinhosas que clientes em avaliação fazem. Respondidas no tom que a gente usaria numa reunião. Sem maquiagem.

Q1"Como vocês tratam LGPD e onde ficam os dados?"

A gente ingere metadado de custo e tags. Não tocamos em nenhum dado de aplicação ou cliente final do seu negócio. A conexão é via OAuth com permissão mínima (Reader + Cost Management Reader). Auditoria, MFA, RBAC fino e isolamento multi-tenant em camada de query são parte do produto. Mandamos o documento de segurança e arquitetura no primeiro contato, antes de qualquer demo.

Q2"E se a IA inventar número?"

A IA não decide o que contar. O motor determinístico responde a pergunta, e a IA só narra a resposta em texto. Cada resposta do Copilot vem com o filtro exato que produziu o número, reproduzível até a linha de billing. Se a IA cair, o número continua certo. Só não tem narrativa em prosa.

Q3"Já temos Apptio (ou Flexera, ou Cloudability). Por que trocaríamos?"

Vocês já passaram pela parte difícil de colocar dado no lugar. A pergunta agora é outra. Quanto desse dado virou ação executada? E quanto da ação virou economia atestada para o board? Se essas duas respostas não estão confortáveis, é exatamente onde a gente entra. A gente não substitui o seu trabalho de organizar dado. Substitui a parte em que o dado vira ação e a ação vira número auditado.

Q4"Plug-and-play de verdade não existe. Vai dar trabalho."

Topa o teste? Marcamos uma call de 30 minutos. A gente conecta no seu Azure ao vivo. Se em 15 minutos você não estiver vendo o seu próprio dado, na sua tela, com 13 meses de histórico, você não nos responde mais e a gente tira o seu nome da lista.

Q5"E se a maior parte do meu gasto for AWS ou GCP?"

Conector nativo nos três. A taxonomia de tag é única e projeta para Azure tags, AWS tags e GCP labels. Showback e alocação saem em moeda única. Se o seu RFP exige multi-cloud, e a maioria exige hoje, a gente está em paridade.

Q6"Por que pagar gainshare se a gente economiza sozinho depois que vê o problema?"

Pergunta justa. Você não paga gainshare pela visibilidade. Paga pela execução assistida (agente que propõe e executa via Change Request) e pela atestação que o seu auditor e o seu board aceitam sem refazer cálculo no braço. Se o seu time já tem capacidade de executar e atestar sozinho, ótimo. Contrate só o SaaS. A gente oferece os dois caminhos.

Q7"E se eu já tenho auditor externo?"

O Audit Pack não substitui o seu auditor. Ele dá a evidência que o auditor pede. Hoje, se ele perguntar "qual a baseline desse número de economia?", alguém volta para o billing histórico e refaz a conta no braço. Com o pack, a baseline já está assinada, o cálculo já está documentado, e o hash do mês fechado. Você está poupando seis horas do seu auditor por mês.

Q8"Como começa a conversa de preço?"

Antes do preço, duas perguntas: qual o seu volume de gasto cloud, e qual o tipo de engajamento que você quer (só SaaS, ou SaaS + assessment com gainshare). A partir dessas duas respostas, mandamos uma proposta sob medida em até três dias úteis.

Q9"Está caro."

A gente recua no escopo antes de recuar no preço. Não vai ter desconto que substitui um problema de fit de escopo. Se o seu volume não justifica o assessment com gainshare agora, começa só pelo SaaS. Quando o programa amadurecer, a gente migra. Tudo previsto em contrato, sem letra miúda.

Q10"E o roadmap? Tem feature que eu preciso e ainda não está pronta?"

Se a feature não está pronta, dizemos em qual trimestre estará e oferecemos o caminho atual. Não inventamos data, e não escondemos lacuna. O roadmap público está vinculado ao contrato.
10

Como começar#

O caminho é curto e direto.

Primeira reunião  ─── Discovery, 45 minutos
        ↓
Demo guiada       ─── 45 minutos no nosso ambiente,
                      com perguntas suas, sem cerimônia
        ↓
POC de 14 dias    ─── No seu Azure de produção,
                      com objetivo escrito e métrica de sucesso
        ↓
Proposta          ─── Mensalidade + assessment com gainshare,
                      ou só SaaS, conforme o seu tempo
        ↓
Assinatura
        ↓
Onboarding        ─── 15 minutos de wizard + tour de IA.
                      Sem CSM. Sem cronograma de implementação.
        ↓
Mês 1             ─── Primeira atestação fechada, gainshare
                      faturado contra evidência

Ciclo médio para empresas no perfil que descrevemos: 45 a 75 dias entre a primeira reunião e a assinatura.

Para entrar em POC, três condições simples

  1. Existe um sponsor do seu lado (CTO, CFO ou FinOps Lead).
  2. Existe acordo escrito sobre o objetivo do POC e a métrica de sucesso. Por exemplo: "identificar e executar R$ 50 mil de economia recuperável nos próximos 14 dias."
  3. Existe acesso técnico para conectar o Azure no dia 1 do POC.

Se passar, a gente assina. Se não passar, você não paga nada. O POC custa zero.

11

Princípios da nossa relação#

Seis compromissos que a gente assume antes de você assinar.

  1. Nunca vamos prometer percentual genérico de economia. Prometemos o mecanismo de medição. Quem promete número antes de olhar o seu ambiente está vendendo expectativa que não controla.
  2. Cobrança contra evidência. O gainshare só fatura sobre o que está no Ledger com status posted e atestação assinada das duas partes. Sem evidência, sem fatura.
  3. Roadmap honesto. Se a feature não existe, a gente diz. Se vai sair no próximo trimestre, a gente diz. Se nunca vai sair, a gente diz também.
  4. POC com objetivo escrito. Sem isso a gente recusa começar. É o jeito mais rápido de queimar o seu tempo e o nosso.
  5. Risco compartilhado. Mensalidade mais gainshare é o nosso jeito de colocar pele no jogo. Se você não economizar, a gente fica sem a parte de cima. É proposital.
  6. Sair é fácil. Sem cláusula de fidelidade, sem multa de saída. Você sai quando quiser e leva os seus dados em formato aberto.
12

Resumo executivo#

Para colar no e-mail do seu time interno.

O Disperse Cloud conecta o Azure da empresa em 15 minutos e entrega, na primeira tela, plano de ação, automação executiva e prestação de contas auditável. IA nativa em todas as camadas. O modelo comercial soma mensalidade fixa pelo SaaS e assessment com gainshare sobre economia provada, atestada todo mês contra o billing real. Diferenciais que sustentam o modelo: tempo até valor (15 min versus semanas), execução assistida via Change Request, ledger auditado com baseline assinada, agente que propõe e nunca escreve direto na nuvem, multi-cloud com taxonomia única, enforcement de tag no deploy. Payback típico de 30 a 60 dias. Ciclo de avaliação de 45 a 75 dias com POC de 14 dias no Azure real, sem custo.
13

Próximo passo#

Marque 30 minutos com a gente. A primeira call não é demo: é discovery. Você fala, a gente escuta, e ao final dela a gente decide juntos se faz sentido seguir.

Se fizer sentido, a segunda call já é a demo guiada. Se não fizer, a gente fala. Honestidade na primeira reunião economiza tempo nas próximas.

Para começar

Conecte o seu Azure ao vivo, na próxima call

Em 15 minutos você vê o seu próprio dado, com 13 meses de histórico, sem CSM nem cronograma de implementação. Se não acontecer, a gente tira o seu nome da lista.

Falar com a gente comercial@dispersecloud.com.br · resposta em até 1 dia útil