Este guia é para quem está avaliando o Disperse Cloud. Não é folder, não é deck. É a leitura de 20 minutos que responde o que a gente faz, quanto isso devolve para você, e como a relação comercial funciona sem letra miúda.
A pergunta que ninguém responde direito#
Pergunte para o seu time. Anote a resposta. Provavelmente ela vem em forma de adjetivo: "tem bastante", "achamos que algo entre 20% e 30%", "a gente sabe que tem disco parado". Isso é fé, não é número.
A FinOps Foundation publica todo ano que entre 20% e 35% do gasto cloud em empresas sem programa maduro é recuperável. Numa fatura de R$ 1 milhão por mês, isso é R$ 200 mil a R$ 350 mil escorrendo. Raramente o problema é falta de boa vontade. Falta o instrumento para apontar onde está a hemorragia, e falta a forma de provar para o board que ela parou.
O Disperse Cloud foi desenhado para responder essa pergunta com número, com plano, com botão de execução, e com prestação de contas que o seu auditor aceita.
Por que o seu programa atual trava#
Você provavelmente já tentou pelo menos uma destas três coisas:
- Comprou ou montou um dashboard. Ele mostra o gasto, bem organizado, talvez por subscription, recurso e tag. Bonito. Não age. Quem olha entende; quem precisaria agir não abre.
- Contratou consultoria. Veio um time bom, fez um trabalho de três meses, deixou um relatório com cinquenta recomendações. Vocês executaram dez. As outras quarenta envelheceram. Em seis meses, voltou tudo.
- Montou uma planilha no time da plataforma. Alguém centralizou tudo num arquivo enorme. Esse alguém virou gargalo. Ninguém confia no número porque ninguém audita o cálculo.
A falha comum dos três caminhos: separam quem vê do gasto de quem age sobre ele, e separam quem age de quem precisa atestar para o financeiro. Cada handoff é uma chance de o programa morrer.
A nossa premissa é diferente. Quem tem o problema na frente também tem o botão. Cada insight vem com uma ação possível, cada ação vira uma Change Request rastreável, e cada economia executada vai parar num ledger auditável que fecha contra a fatura real do mês seguinte. Sem handoff, sem fé, sem retrabalho.
As frases que o seu time já disse este mês#
Marque mentalmente as que você ouviu ou pensou nas últimas quatro semanas.
- "Sabemos que tem desperdício, mas não sabemos onde nem quanto."
- "Cada time chama o mesmo custo de um nome diferente. Não dá para comparar."
- "A anomalia só apareceu quando a fatura já fechou."
- "Compramos reserva no chute. Parte ficou ociosa."
- "O forecast erra 25% para mais ou para menos. O CFO não consegue planejar."
- "Não sei cobrar internamente cada produto pelo que ele consome."
- "A governança de tag está no papel. Trinta por cento dos recursos não tem tag funcional."
- "FinOps virou planilha eterna. Ninguém confia, ninguém usa."
- "Já contratei consultoria. Funcionou três meses. Depois voltou tudo."
- "O board me pergunta quanto o programa economizou. Hoje a resposta é fé."
Se você marcou três ou mais, este guia é para você. Cada uma dessas frases tem uma resposta direta no produto. As próximas seções mostram qual.
O que muda nas primeiras horas#
A jornada de um cliente novo não tem fase de "implementação" nem CSM dedicado dirigindo a pista. Tem cinco atos, e o primeiro acontece antes do almoço.
Ato 1Conectar — 15 minutos, sem projeto
Login. Assistente de Azure. Você autoriza via OAuth com permissão mínima (Reader + Cost Management Reader). A app registration é criada na sua conta, na sua tenancy, sob o seu controle. O motor descobre toda subscription, todo resource group, todo recurso, e ingere 13 meses de histórico de billing. Em 15 minutos a sua tela não está vazia. Está com o seu próprio dado.
Ato 2Descobrir — a IA propõe, você aprova
Na primeira ingestão, três passes de IA rodam contra o seu estado real:
- Taxonomia de tags. Detectamos
prod/PRD/Productione propomos uma taxonomia que normaliza isso. Você aceita ou ajusta. - Regras de alocação. "Parece que
teamé a sua chave principal de alocação com 87% de cobertura. Aqui estão cinco regras para os 13% órfãos." - Catálogo de produtos. "Detectei sete produtos no seu estado:
checkout,catalog,recommendations, e assim por diante. Cada um com time provável."
Em outras ferramentas, isso é workshop de seis semanas. Aqui é uma tela de revisão.
Ato 3Decidir — Copilot e insights
Você pergunta em texto: "qual produto cresceu mais este mês e por quê?" O Copilot devolve gráfico, tabela e o filtro exato que produziu a resposta. Reproduzível até a linha de billing. As anomalias chegam com causa raiz já investigada por agente. As variações mensais vêm com narrativa pronta para o e-mail do CFO.
Ato 4Executar — um clique, com aprovação
Cada insight tem botão. Disco solto há 90 dias? Um clique gera Change Request, segue o seu fluxo de aprovação dupla, executa no Azure, e mede o impacto contra o billing. VM superdimensionada? Mesmo caminho. O agente nunca escreve direto na sua nuvem. Ele propõe, você aprova, ele executa, tudo rastreável.
Ato 5Provar — e cobrar com lastro
Toda economia executada vai para o Realized Savings Ledger: ID da Change Request, escopo, valor estimado, valor medido contra o billing real, status do mês. O Cost Impact Storyboard transforma esse ledger em uma página executiva pronta para o board, com cascata, curva acumulada e narrativa em texto. O Gainshare Audit Pack sela a baseline do seu programa, atesta cada mês com hash assinado pelas duas partes, e gera o documento que o seu financeiro aceita.
A economia para de ser narrativa e vira número auditado.
Quanto isso devolve#
Os números abaixo vêm de benchmarks de mercado e da operação real do produto. A gente não promete que você vai economizar X. A gente promete o mecanismo pelo qual essa economia, quando vier, vai estar provada.
15 min
Tempo até o primeiro dashboard com dado real, contra 4 a 8 semanas no caminho tradicional.
95%+
Cobertura de tag funcional após o enforcement no deploy. Tipicamente 60% a 70% antes.
8% MAPE
Erro alvo do forecast a 60 dias. Programas sem isso ficam entre 20% e 30%.
<1 min
Tempo para fechar o recap mensal de board, contra 1 a 3 dias úteis no caminho manual.
20–35%
Fração da fatura que costuma ser recuperável (FinOps Foundation, 2025). Mensurada todo mês no Ledger.
30–60 dias
Payback típico após assinatura. O ato 1 já entrega visibilidade; os atos 2 a 5 entregam economia.
A conta que o seu CFO vai fazer é simples. Mensalidade fixa = R$ X. Gainshare = Y% sobre economia auditada. Para a relação fechar economicamente, basta a economia atestada cobrir a mensalidade. Se não cobrir, alguma coisa errada na execução, e você cancela sem dever gainshare nenhum.
Você toma risco baixo, a gente toma risco real. Por isso o gainshare faz sentido.
Como cobramos, sem letra miúda#
Duas linhas, e só.
Mensalidade fixa do SaaS
Dimensionada pelo seu volume de gasto cloud sob gestão. Você paga pelo motor: onboarding instantâneo, IA, agentes, automação, governança, multi-cloud, copilot, forecast, Storyboard.
Gainshare sobre economia comprovada
Um percentual sobre o que ficou no Ledger com status posted e atestação assinada no fechamento do mês. Sem economia, sem gainshare. Com economia atestada, ambos os lados ganham.
Por que esse modelo é defensável
A maioria dos concorrentes oferece "estimativa de savings". Número solto, sem rastreabilidade até a fatura. A nossa economia é defensável por três motivos concretos:
- Baseline imutável assinada no início do programa, com hash SHA-256 e dupla assinatura cliente-operador.
- Atestação mensal com hash de conteúdo recomputável. Qualquer alteração posterior nos dados invalida a assinatura.
- Disclosure de metodologia versionada. A regra de cálculo do mês não muda retroativamente. Nunca.
Você paga gainshare contra evidência auditável. Se o seu auditor externo quiser conferir, ele confere. O Audit Pack foi desenhado para passar nesse teste.
Uma promessa, e uma recusa
A gente promete o mecanismo de medição. A gente recusa prometer percentual genérico de economia. Quem promete "30% garantidos" antes de olhar o seu ambiente está vendendo expectativa que não controla.
Por que não é um Cost Management mais bonito#
A pergunta mais honesta que recebemos é: "para que pagar se eu já tenho o Cost Management nativo de graça dentro do Azure?"
Resposta direta. O Cost Management mostra o gasto. Ele não decide o que fazer, não enforça tag no deploy, não roda agente, não atesta economia mês a mês, não fala sobre AWS e GCP num painel só, e não tem ledger auditável que sustenta gainshare.
Cost Management é o velocímetro. A gente é o motorista.
Sobre os concorrentes pagos, a tabela abaixo é a leitura honesta. Tem onde a gente bate, e tem onde a gente tem que cuidar.
| Categoria | Concorrente típico | Disperse Cloud |
|---|---|---|
| Onboarding | Apptio, Flexera, CloudHealth: semanas a meses, com CSM dedicado | 15 minutos no wizard, sem implementação |
| IA | Chatbot bolted-on, separado dos dados reais | IA nativa em taxonomia, alocação, anomalia, copilot, narração |
| Execução | Lista de recomendação que o cliente executa no braço | Cada insight tem botão, vira Change Request rastreável |
| Atestação de economia | Estimativa solta, sem rastreabilidade até a fatura | Ledger auditado com baseline assinada e atestação mensal |
| Tag enforcement | Detecta tag faltante depois que o gasto aconteceu | Bloqueia tag faltante no deploy via Bicep / Terraform / ARM |
| Modelo comercial | Licença anual fechada, sem skin in the game | Mensalidade + gainshare sobre economia provada |
| Multi-cloud | Três governanças desalinhadas | Taxonomia única que projeta para Azure, AWS e GCP |
Onde a gente tem que cuidar: marca consolidada nos concorrentes mais antigos, profundidade específica em rightsizing (Densify) e em commitment de AWS (ProsperOps). Reconhecido. Para o programa de FinOps fim-a-fim, é o nosso terreno.
Quem precisa estar na sala (do seu lado)#
A relação só fecha bem se três pessoas concordam. Adiantamos quem são, e o que cada uma ganha de concreto.
| Papel | O que importa para essa pessoa | O que ela ganha no produto |
|---|---|---|
| CFO / Diretor Financeiro | Previsibilidade do gasto, ROI auditável, fechamento contábil sem retrabalho | Cost Impact Storyboard, Realized Savings Ledger, Forecast com MAPE alvo de 8% |
| CTO / Head de Cloud | Velocidade do time, qualidade dos dados, controle sem virar freio de mão | Auto-Remediation, Tag SDK, agentes, Maturity Scorecard FinOps Foundation |
| FinOps Lead | Provar valor do programa, escalar sem virar gargalo | É o usuário diário. Tudo |
| Tech Leads e PMs | Quanto o produto deles custa e por quê | Product Registry, Unit Economics, anotação de variações |
| Compliance / Segurança | LGPD, isolamento de dados, trilha de auditoria | Audit Trail, RBAC fino, MFA, isolamento multi-tenant em camada de query |
| Procurement | Renovação de contratos, true-up, entitlements ociosos | Contract & Commitment Intelligence |
Regra prática que oferecemos como cortesia: CFO assina, CTO aprova, FinOps Lead defende internamente. Sem esses três no jogo, o ciclo trava de qualquer lado, e a gente prefere reconhecer isso antes de você investir tempo numa avaliação que não vai fechar.
As perguntas difíceis#
As perguntas mais espinhosas que clientes em avaliação fazem. Respondidas no tom que a gente usaria numa reunião. Sem maquiagem.
Q1"Como vocês tratam LGPD e onde ficam os dados?"
A gente ingere metadado de custo e tags. Não tocamos em nenhum dado de aplicação ou cliente final do seu negócio. A conexão é via OAuth com permissão mínima (Reader+Cost Management Reader). Auditoria, MFA, RBAC fino e isolamento multi-tenant em camada de query são parte do produto. Mandamos o documento de segurança e arquitetura no primeiro contato, antes de qualquer demo.
Q2"E se a IA inventar número?"
A IA não decide o que contar. O motor determinístico responde a pergunta, e a IA só narra a resposta em texto. Cada resposta do Copilot vem com o filtro exato que produziu o número, reproduzível até a linha de billing. Se a IA cair, o número continua certo. Só não tem narrativa em prosa.
Q3"Já temos Apptio (ou Flexera, ou Cloudability). Por que trocaríamos?"
Vocês já passaram pela parte difícil de colocar dado no lugar. A pergunta agora é outra. Quanto desse dado virou ação executada? E quanto da ação virou economia atestada para o board? Se essas duas respostas não estão confortáveis, é exatamente onde a gente entra. A gente não substitui o seu trabalho de organizar dado. Substitui a parte em que o dado vira ação e a ação vira número auditado.
Q4"Plug-and-play de verdade não existe. Vai dar trabalho."
Topa o teste? Marcamos uma call de 30 minutos. A gente conecta no seu Azure ao vivo. Se em 15 minutos você não estiver vendo o seu próprio dado, na sua tela, com 13 meses de histórico, você não nos responde mais e a gente tira o seu nome da lista.
Q5"E se a maior parte do meu gasto for AWS ou GCP?"
Conector nativo nos três. A taxonomia de tag é única e projeta para Azure tags, AWS tags e GCP labels. Showback e alocação saem em moeda única. Se o seu RFP exige multi-cloud, e a maioria exige hoje, a gente está em paridade.
Q6"Por que pagar gainshare se a gente economiza sozinho depois que vê o problema?"
Pergunta justa. Você não paga gainshare pela visibilidade. Paga pela execução assistida (agente que propõe e executa via Change Request) e pela atestação que o seu auditor e o seu board aceitam sem refazer cálculo no braço. Se o seu time já tem capacidade de executar e atestar sozinho, ótimo. Contrate só o SaaS. A gente oferece os dois caminhos.
Q7"E se eu já tenho auditor externo?"
O Audit Pack não substitui o seu auditor. Ele dá a evidência que o auditor pede. Hoje, se ele perguntar "qual a baseline desse número de economia?", alguém volta para o billing histórico e refaz a conta no braço. Com o pack, a baseline já está assinada, o cálculo já está documentado, e o hash do mês fechado. Você está poupando seis horas do seu auditor por mês.
Q8"Como começa a conversa de preço?"
Antes do preço, duas perguntas: qual o seu volume de gasto cloud, e qual o tipo de engajamento que você quer (só SaaS, ou SaaS + assessment com gainshare). A partir dessas duas respostas, mandamos uma proposta sob medida em até três dias úteis.
Q9"Está caro."
A gente recua no escopo antes de recuar no preço. Não vai ter desconto que substitui um problema de fit de escopo. Se o seu volume não justifica o assessment com gainshare agora, começa só pelo SaaS. Quando o programa amadurecer, a gente migra. Tudo previsto em contrato, sem letra miúda.
Q10"E o roadmap? Tem feature que eu preciso e ainda não está pronta?"
Se a feature não está pronta, dizemos em qual trimestre estará e oferecemos o caminho atual. Não inventamos data, e não escondemos lacuna. O roadmap público está vinculado ao contrato.
Como começar#
O caminho é curto e direto.
Primeira reunião ─── Discovery, 45 minutos
↓
Demo guiada ─── 45 minutos no nosso ambiente,
com perguntas suas, sem cerimônia
↓
POC de 14 dias ─── No seu Azure de produção,
com objetivo escrito e métrica de sucesso
↓
Proposta ─── Mensalidade + assessment com gainshare,
ou só SaaS, conforme o seu tempo
↓
Assinatura
↓
Onboarding ─── 15 minutos de wizard + tour de IA.
Sem CSM. Sem cronograma de implementação.
↓
Mês 1 ─── Primeira atestação fechada, gainshare
faturado contra evidência
Ciclo médio para empresas no perfil que descrevemos: 45 a 75 dias entre a primeira reunião e a assinatura.
Para entrar em POC, três condições simples
- Existe um sponsor do seu lado (CTO, CFO ou FinOps Lead).
- Existe acordo escrito sobre o objetivo do POC e a métrica de sucesso. Por exemplo: "identificar e executar R$ 50 mil de economia recuperável nos próximos 14 dias."
- Existe acesso técnico para conectar o Azure no dia 1 do POC.
Se passar, a gente assina. Se não passar, você não paga nada. O POC custa zero.
Princípios da nossa relação#
Seis compromissos que a gente assume antes de você assinar.
- Nunca vamos prometer percentual genérico de economia. Prometemos o mecanismo de medição. Quem promete número antes de olhar o seu ambiente está vendendo expectativa que não controla.
- Cobrança contra evidência. O gainshare só fatura sobre o que está no Ledger com status
postede atestação assinada das duas partes. Sem evidência, sem fatura. - Roadmap honesto. Se a feature não existe, a gente diz. Se vai sair no próximo trimestre, a gente diz. Se nunca vai sair, a gente diz também.
- POC com objetivo escrito. Sem isso a gente recusa começar. É o jeito mais rápido de queimar o seu tempo e o nosso.
- Risco compartilhado. Mensalidade mais gainshare é o nosso jeito de colocar pele no jogo. Se você não economizar, a gente fica sem a parte de cima. É proposital.
- Sair é fácil. Sem cláusula de fidelidade, sem multa de saída. Você sai quando quiser e leva os seus dados em formato aberto.
Resumo executivo#
Para colar no e-mail do seu time interno.
O Disperse Cloud conecta o Azure da empresa em 15 minutos e entrega, na primeira tela, plano de ação, automação executiva e prestação de contas auditável. IA nativa em todas as camadas. O modelo comercial soma mensalidade fixa pelo SaaS e assessment com gainshare sobre economia provada, atestada todo mês contra o billing real. Diferenciais que sustentam o modelo: tempo até valor (15 min versus semanas), execução assistida via Change Request, ledger auditado com baseline assinada, agente que propõe e nunca escreve direto na nuvem, multi-cloud com taxonomia única, enforcement de tag no deploy. Payback típico de 30 a 60 dias. Ciclo de avaliação de 45 a 75 dias com POC de 14 dias no Azure real, sem custo.
Próximo passo#
Marque 30 minutos com a gente. A primeira call não é demo: é discovery. Você fala, a gente escuta, e ao final dela a gente decide juntos se faz sentido seguir.
Se fizer sentido, a segunda call já é a demo guiada. Se não fizer, a gente fala. Honestidade na primeira reunião economiza tempo nas próximas.
Conecte o seu Azure ao vivo, na próxima call
Em 15 minutos você vê o seu próprio dado, com 13 meses de histórico, sem CSM nem cronograma de implementação. Se não acontecer, a gente tira o seu nome da lista.